Departamento de polícia de Nova York assina contrato de US$ 73 milhões para atualizar seu sistema de atendimento 911
A cidade planeja atualizar seu sistema 911 após um atraso de seis anos e um investimento multimilionário.
O Departamento de Polícia de Nova York
assinou recentemente um contrato US$ 73 milhões com a Intergraph
para o fornecimento de um avançado sistema de despacho de
emergências que é capaz de compilar imediatamente a posição e o
histórico da pessoa que está fazendo o contato, além de permitir
a criação de mapas e a localização das unidades apropriadas para
atender ao chamado.
"O sistema integra todas as informações disponíveis e as envia
diretamente para os despachantes de uma maneira muito mais
rápida e amigável", diz Charles Dowd, delegado chefe do
Departamento de Polícia de Nova York.
O
novo sistema irá imediatamente identificar a localização da
chamada, incluindo aquelas provenientes de celulares com GPS, e
então cruzará estas informações com as bases de dados existentes
para verificar se há algum mandato de prisão ou chamadas prévias
deste mesmo local.
"Quanto mais informações são obtidas em um menor espaço de
tempo, melhor será nossa capacidade de responder ao chamado"
disse um médico do departamento dos bombeiros da região de
Bedford-Stuyvesant (Brooklyn/NY). Além disso, ter todas as
informações em um só sistema torna tudo mais fácil.”
O sistema manterá registros das ligações, possibilitando a
priorização de chamadas em tempo real e a criação de mapas
interativos que identificam metrôs, escolas e outros locais.
Dowd afirma que o sistema, após implantado, poderá enviar
simultaneamente todas as informações da ocorrência diretamente
para as viaturas da Polícia em campo.
Espera-se que o sistema esteja em operação em um prazo de aproximadamente dois anos.
Um sistema similar deveria ter sido implantado mais cedo já que
o Departamento de Polícia de Nova York havia assinado um
contrato de US$ 47 milhões com a Hewlett-Packard para tal
tecnologia em 2002. A companhia falhou em fornecer o sistema e a
infra-estrutura necessária e teve que devolver mais de US$ 30
milhões através de um acordo judicial.